HISTÓRIA DOS PIQUIRAS

A raça Piquira é caracterizada por animais de pequeno porte, pertencendo portanto, à família pônei. É de origem nacional e bastante rústico, conhecido popularmente como "Mangalarga em miniatura".

O que destaca o Piquira das outras raças de pôneis é a qualidade do seu andamento e a sua docilidade. A marcha é o objetivo primário dos criadores, não importando se é batida ou picada, sendo que o trote e andadura são desclassificantes para registro definitivo.

Quanto ao temperamento, é um animal bastante dócil e resistente. É usado na lida com o gado, para esporte e lazer. É pouco difundida no Sul do país mas bem apreciada em Minas Gerais e Nordeste.

Os animais são registrados com 36 meses de idade e a altura máxima hoje, é 1,30 para machos e 1,28 para fêmeas com altura ideal de 1,22 m para machos e 1,20 m para as fêmeas, sendo que a altura da garupa não deve exceder mais de 0,02m da altura na cernelha. Todas as pelagens são permitidas exceto pseudo-algina (gázeo ou pombo).

As raças que contribuíram para a formação do Piquira foram a Mangalarga Marchador, Brasileira e os animais nordestinos cruzados com éguas comuns de menor porte, sendo que hoje já está bastante padronizada e a infusão destas raças ocorre em pequena escala.

Os criadores hoje buscam um animal harmonioso, porém rústico, com aptidão para sela, de andamento marchado e muito cômodo.